• Postado por Tiago

INTERNA-POLÍCIA-CINCO-ABRE-MAICON-CUSTÓDIO-TEIXEIRA

Maicon Custódio confessou que matou viciadinho pra cobrar dívida

Os tiras da operação Veraneio que tão trampando em Penha e Navega botaram as algemas no trafica Maicon Custódio Teixeira, 20 anos, segunda-feira. O traste confessou ter matado Omar Adésio Vieira, 28, pra vingar uma dívida de R$75 da venda de porcarias. A vítima é o filho do ex-delegado de polícia civil de Itajaí, Adésio Gustavo Vieira, assassinado na Penha, no dia 19, com dois balaços. O matadô foi preso na casa da mãe, na city dengodengo.

Maicon já tinha sido identificado pelos policiais, mas tava escapando da jaula por causa do cabelo. Os tiras contaram que tinham fotos do safado com uma baita juba, mas depois do crime o traste raspou a cabeça, dificultando o trampo dos investigadores.

No final da tarde de segunda-feira a sorte mudou de lado e o traste foi descoberto no esconderijo, sentado na frente da casa da mãe, no bairro São Domingos, em Navega. Os policiais davam uma banda pela rua Maxiliano Teixeira quando desconfiaram da caruda do malaco.

O vadio tentou desconversar dizendo que nem conhecia Omar, mas depois de um bate-papo com os tiras se entregou. O safado distribuía porcarias pra gurizada de Navega e Penha e tinha o filho do ex-delegado como cliente há mais de um ano.

Tava devendo e foi pra fita

No dia 19 o traficante saiu de casa decidido a acertar as contas com Omar, que tava devendo R$75 em pedras do demo. Maicon sabia que a vítima costumava se reunir com outros viciadinhos pra fumar crack no Beco dos Pescadores, na avenida Itapocorói, em Penha, e simandou pra lá. Chegando ao local encontrou a turma e cobrou a dívida, mas o carinha disse que tava sem um pila no bolso.

O matadô contou pra polícia que Omar ainda tirou sarro com a cara dele, o que deixou o mais cabreiro. Ele saiu pra buscar uma arma e voltou no Beco pra acertar as contas na bala. O vagabundo meteu dois balaços certeiros, um na cabeça e outro no queixo, mandando o carinha pro além na hora.

O safado foi levado pra depê de Penha, onde entregou como meteu o crime. O mequetrefe tinha caído nas mãos da polícia uma única vez, quando foi guentado com 140 grama de maconha, mas foi liberado por ter convencido a justa que era usuário.

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