• Postado por Tiago

Oito empresas do centro de Itajaí foram autuadas pela fiscalização da procuradoria de Defesa do Consumidor (Procon) por não exporem preços dos produtos pendurados nas vitrines. As firmas correm o risco de levar uma multa no quengo, que pode variar de R$ 400 a R$ 3 milhões, informa o advogado Rafael Martins Seára, chefão da Procon.

Lojas instaladas na movimentada rua Hercílio Luz, no shópis Itajaí, da rua Samuel Heusi, e outras espalhadas pelo centro foram os alvos dos fiscais da procuradoria. Joalherias e lojas de sapatos foram as que mais descumpriram a lei, diz Rafael. Como os empresários têm 10 dias para apresentar sua defesa e podem se livrar da multa, o chefão da Procon prefere não liberar o nome das lojas autuadas até que o processo esteja encerrado.

Não botar preço dos produtos nas vitrines é considerado sacanagem das grossas pelo código de defesa do consumidor. É que os produtos expostos induzem o consumidor a entrar na loja e ele pode ficar constrangido ou ser enganado na hora de lhe apresentarem o valor da mercadoria. “Acaba incentivando também a compra por impulso”, reforça Rafael.

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