• Postado por Tiago

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Pisseti: ?Ponderamos as situações, pra não demitir ninguém subitamente?

O procurador do Ministério do Trabalho, Marcelo Ferlin D?Ambroso, queria que os 24 chegados, empregados como assessores dos vereadores peixeiros, largassem o osso imediatamente, mas o presidente da câmara, Luiz Carlos Pissetti (DEM), conseguiu convencer o dotô a dar um tempo pra turma do legislativo se acostumar com a ideia. Com esse arrego, Pissetti considerou positiva a assinatura do termo de ajuste de conduta entre a casa do povo e o Ministério Público que prevê o corte dos assessores até o final de 2012. ?Ponderamos as situações, pra não demitir ninguém subitamente. Então, até o final do ano que vem, reduziremos pra cinco e até 31 de dezembro de 2012, cada vereador terá quatro assessores?, afirmou.

A redução pode ser imediata caso a proposta de emenda constitucional que rola na câmara e no senado federal pra aumentar o número de vereadores vire realidade. Nesse caso, o número de assessores por vereador na câmara peixeira não poderá passar de três. ?Mas isso apenas se os senadores e deputados decidirem que o aumento dos vereadores seja imediato. Caso seja apenas pro próximo mandato, a redução pra três assessores passa a valer ao final de 2012?, explicou Pissetti.

O presidente da câmara disse que algumas medidas exigidas no termo de ajusta de conduta já tavam sendo cumpridas. O concurso público que rola no próximo dia 27 de setembro já é pra regularizar toda a situação da câmara peixeira. Outro ponto do termo que o presidente da casa do povo considerou muito positiva foi a permissão da contratação de estagiários pra câmara. ?Se a arrecadação desse ano permitir, iremos começar a contratar estagiários, isso, com toda a certeza, mediante um processo seletivo. Não tem mais esse negócio de indicação ou apadrinhamento?, lascou.

Atualmente a câmara tem funcionários contratados temporariamente apenas nas funções de limpeza e manutenção, mas eles devem ser substituídos pelo pessoal concursado até o final deste ano. De acordo com Pissetti, a decisão não foi só do Ministério Público. As duas partes já vinham negociando há nove meses. ?Chegamos a um acordo que não representa prejuízo algum para o poder público. Tínhamos duas alternativas: aceitar o termo e entrar em um consenso ou não acatar e sermos processados?, explicou.

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