• Postado por Tiago

O projeto da guarda municipal foi apresentado em maio pelo ex-secretário de segurança, Nilson Probst. Pelo plano, 60 guardinhas, contratados na primeira leva, andariam armados e fariam a segurança das saídas das escolas e praças públicas.

Desde que chegou à câmara, a oposição começou a segurar a votação, pois acredita que a guarda armada teria que ser melhor estruturada, e questiona o valor do projeto, que custará uns R$ 5 milhões por ano. Com os questionamentos, o documento entrou e saiu de votação trocentas vezes.

Depois de firmarem um acordo, os homens da casa do povo, tanto da situação como da oposição, juraram de pés juntos votar o projeto no início de outubro, mas desistiram da ideia depois que o articulador político do governo, Marcos Weisshemer, se meteu no rolo e pedinchou que a votação fosse suspensa pra aguardar pela audiência pública marcada pro dia seguinte.

A audiência pública rolou e, dias depois, o assunto virou barraco entre vereadores da oposição, situação e o ex-secretário de Segurança, o autor do projeto, Nilson Probst.

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