• Postado por Tiago

Tiras da central de Polícia de São José tão investigando o sequestro de uma garotinha de 12 anos, que teria rolado na tarde de segunda-feira. A menina diz ter sido levada por dois homens encapuzados, que teriam tentado fazer sacanagens com ela. Por sorte, a garota conseguiu fugir. Mas a história deixou o delegado responsável pelo caso com a pulga atrás da orelha. Ele tá à espera de uma conversa entre a guriazinha e uma psicóloga pra saber que rumo vai dar às bizolhadas.

A menina disse à família que caminhava com uma amiga pela rua Estoril, no loteamento Lisboa, por volta das 13h, quando um carango parou ao lado das duas. Uma dupla de malacos encapuzados teria descido do possante, agarrado a coitadinha pelos pulsos e a obrigado a entrar no carro.

Os trastes teriam coberto o rosto da menina com um capuz e a levado pra uma baiuca. Ela diz que foi amarrada e teve as roupas picotadas pelos vadios, que relaram as mãos na pobrezinha.

Enquanto isso, a amiga da garota botou a boca no mundo, dizendo que ela tinha sido raptada, e a família da menina procurou a polícia. Totós farejadores e até um avião de rosca foram usados nas buscas pelas puliças Civil e Militar, mas nem os tiras nem os meganhas conseguiram encontrar a guriazinha.

Ela diz que, horas depois, escutou os dois homens indo embora, viu uma janela aberta e deu um jeito de siscapar. A menina viu que não tava muito longe do local de onde teria sido levada pelos sequestradores, e conseguiu chegar em casa, apavorada.

Os pais da garotinha chamaram os meganhas, que a levaram pro hospital Infantil Joana de Gusmão, na capital manezinha. A menina passou por exames pra saber se foi abusada durante o sequestro. “O laudo sai em 10 dias, mas ela não tem nenhuma marca de agressão ou violência sexual”, disse o delegado Rodolfo Serafim Cabral, que ficou responsável pelas bizolhadas.
Como a história tá mal contada, o dotô contou que hoje a garota deverá bater um papo com uma psicóloga, e só depois disso vai saber que rumo deverá dar às investigações. “Por enquanto nenhuma hipótese tá descartada, nem mesmo de um trote, até porque, apesar de ter fugido a pé, a vítima não sabe dizer exatamente onde tava”, comentou.

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