• Postado por Tiago

A quadrilha de roubo e desvio de cargas de caminhões do Brasil presa terça-feira no litoral paranense, em uma operação realizada no Paraná e em Santa Catarina, usava notas fiscais falsificadas de transportadoras para esquentar os bagulhos roubados. O patrimônio da quadrilha é estimado em R$ 10 milhões. “Eles operavam cargas muito valiosas, inclusive em portos como o de Paranaguá e Itajaí”, definiu o delegado de Joinville, Rodrigo Bueno Gusso. Os mandados de prisão foram expedidos pela justa de Chapecó.

Durante a operação, quatro pessoas foram presas em Morretes e em Paraguá, no litoral do estado vizinho, por policiais civis, com apoio da polícia federal. Os bandidos são apontados comos os líderes da quadrilha, mas como o processo segue em segredo de justiça, os nomes dos envolvidos não foram divulgados. Cerca de 60 policiais participaram da operação.

Denominada de Operação Barreado, as prisões começaram no final de junho quando duas pessoas foram mandadas para trás das grades. O dotô Rodrigo Gusso explica que os malacos chamaram a atenção da polícia pelo modo de vida que levavam. Eles possuíam carros importados, motos de R$ 80 mil, faziam várias viagens ao exterior e usavam roupas de grife.

A polícia vinha investigando a quadrilha fazia quatro meses. No período, os tiras descobriram que os bandidos faziam muito dinheiro, pois agiam em todas as regiões do país, mas os cabeças moravam em Paranaguá. Além das prisões, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão no Paraná e encontradas armas raspadas, notas fiscais falsificadas, munição e documentos de veículos também falsificados.

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