• 29 jun 2009
  • Postado por Tiago

Homem comum

Só o presidente Lula não sabia que José Sarney não é “um homem comum”. Verdade, ao homem comum não é dado o direito de participar de todas essas falcatruas e negociatas, sem severa punição. Os atos secretos do Senado que revelam a nomeação de neto, mãe de neto, sobrinhas, parentes do genro, filhas de áulicos e amigos de Sarney comprovam a transformação do serviço público em privado.

Lista Extensa

José Dirceu, Antonio Palocci, Matilde Ribeiro, Benedita da Silva, Severino Cavalcanti, Jader Barbalho, Renan Calheiros, Fernando Collor, Romero Jucá, todos os mensaleiros, todos os sanguessugas, todos os aloprados, agora José Sarney ─ a lista é tão extensa quanto o prontuário da turma. Lula faz de conta que não sabe de nada.

Bafômetro

O motorista precisa ter receio de usar o veículo depois de beber. Hoje, passado um ano, há a sensação de que foi azarado quem consumiu álcool e foi parado em uma blitz. O governo tem que oferecer melhor aparelhamento da Polícia Rodoviária Federal para ampliar o monitoramento dos motoristas, por meio da compra de bafômetros. Hoje não há a mesma fiscalização de quando a lei foi promulgada, há um ano.

Crise global

Lula dizia que é uma marolinha. Mantega diz que é uma recessão técnica. Ou somos muito burros, ou “eles” são de uma inteligência muito superior à nossa. Acham que a crise é feita de paródias. Basta ver a dificuldade da classe média, a dificuldade do acesso ao mercado de trabalho e a inadimplência, para comprovar.

Senado: 86% do orçamento gasto com folha de pagamento

O orçamento global para este ano é de R$ 2,7 bilhões. Deste valor, R$ 1,2 bilhão já foi gasto. A maior parte, 86%, foi destinada a pagamento de pessoal, no qual estão incluídos alguns mistérios como as despesas decorrentes da liberação de hora extra sem limite para os servidores.

Impunidade

Do jeito que estão as coisas na política brasileira, com atos secretos, atos obscenos e salários de mordomo na casa de R$ 12 mil, com conivência total do Congresso Nacional precisamos de justiça. Mas se formos depender da Justiça nacional, do MP daqui e dos nossos políticos, estaremos perdidos num deserto de ética, de honestidade e respeito à coisa pública.

O enterro da moralidade

Não temos dúvidas de que eles vencerão beneficiados pelas impunidades que protege o covil de bandidos, e que jamais pagarão por seus crimes, que continuarão ricos e corruptos, e até mesmo respeitáveis, restando-nos continuar escrevendo para não sermos nunca igualados e nem cúmplices dessa imoralidade.

Drogas

O Consumo de maconha no Brasil quase triplicou em um período de quatro anos. Em 2001, 1% da população do país utilizava a substância. Esse índice chegou a 2,6% em 2005, o equivalente a cerca de 4,8 milhões de pessoas.

O consumo de cocaína

Também aumentou no período. O índice de usuários quase dobrou entre 2001 e 2005, de 0,4% da população entre 12 e 65 anos para 0,7% (890 mil pessoas). Com isso, o Brasil é o maior mercado de cocaína da América do Sul, seguido pela Argentina (660 mil pessoas). O Brasil é um dos quatro países com mais consumidores de drogas injetáveis, atrás de China, EUA e Rússia. Esses 4 concentram 45% do total mundial.

Exército na guerra antidroga

A Polícia Federal terá apoio das Forças Armadas para conter o avanço dos cartéis de cocaína em direção à fronteira brasileira. Além de oferecer reforço logístico, o Exército vai colaborar em operações de inteligência no combate ao tráfico de drogas. O plano de ação do governo inclui a construção de bases fluviais na Amazônia. Relatório divulgado ontem pela ONU indica um aumento do consumo de cocaína na América do Sul, ao contrário da maioria dos países em desenvolvimento.

Troféu Aury Bodanese

A Coopercentral Aurora, o Sebrae/SC e o Movimento Catarinense pela Excelência (MCE) entregarão o Prêmio Empreendedor Cooperativista– Troféu Aury Luiz Bodanese – em solenidade programada para as 10 horas da manhã, do dia 4 de julho, no Ginásio Plínio Arlindo de Nês, em Chapecó. O prêmio reconhece o desempenho de empresários/produtores rurais que adotaram práticas diferenciadas, melhorando a qualidade de vida e a renda da empresa rural sem agredir o meio-ambiente.

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