• 14 set 2009
  • Postado por Tiago

Calamidade Pública

Projeto de lei foi aprovado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado, de autoria do senador Raimundo Colombo, visa contribuir na agilidade dos processos e no restabelecimento de municípios que passam por catástrofes e decretam o estado de calamidade pública.

Para Colombo

É uma verdadeira tragédia para a vida a cidade. “Ao se registrar tal situação, é inadmissível que o município seja submetido às mesmas regras de cidades que não sofrem com calamidades. Estamos passando novamente por uma catástrofe em Santa Catarina e os municípios não podem conviver com a guerra da burocracia”.

O Pensamento do ano

Se a Amazônia é o pulmão do mundo, Brasília é o intestino grosso. (Claudio Lessa).

Euclides da Cunha

Foi com incredulidade que assisti esses dias a José Sarney, com um plenário quase vazio, discursando sobre Euclides da Cunha e negando aparte ao senador Eduardo Suplicy, porque não se tratava do mesmo tema. O nobre presidente da Casa deveria rumar para a Academia Brasileira de Letras, onde tem uma cadeira, e nunca mais sair, para o bem dos brasileiros.

Impunidade

Sarney foi absolvido de tudo; as 11 acusações foram arquivadas, sumiram na descarga do Conselho de Ética. Sarney, o Comandante do Atraso, disse que não se sente culpado de nada, seus servos decretaram que nada houve. Nossa frágil república está sumindo.

Carne suína para Filipinas

Noticia do secretário da Agricultura, Antonio Ceron que sete frigoríficos catarinenses estão aptos para exportar: Pamplona, de Presidente Getúlio; Sadia, de Chapecó e Concórdia; Aurora, de Quilombo; Seara, de Itapiranga, Forquilinha e Jaraguá do Sul. Este é o reflexo de diversas ações e missões internacionais realizadas pelo Estado. SC está trabalhando insistentemente para abertura de novos mercados alem da Rússia

Arnaldo Jabor

Enquanto houver estatais com caixa-preta, haverá canalhas, enquanto houver subsídios a fundo perdido haverá canalhas. Com esse código penal, nunca haverá progresso. Já sabemos que enquanto não desatracarmos os corpos públicos e privados, que enquanto não acabarem as regras eleitorais vigentes, nada vai se resolver.

O Pensamento do ano

Se a Amazônia é o pulmão do mundo, Brasília é o intestino grosso. (Claudio Lessa).

Reclamamos do que?

Afinal de contas? Somos nós os culpados. Os brasileiros que falam no celular enquanto dirigem; trafegam pela direita nos acostamentos num congestionamento; param em filas duplas, triplas em frente às escolas; saqueiam cargas de veículos acidentados nas estradas; estacionam nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas onde se lê “Proibido Estacionar”; estacionam em vagas exclusivas para deficientes.

E não é só

Subornam ou tentam subornar quando são pegos cometendo alguma infração; trocam votos por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, dentadura; violam a lei do silêncio; dirigem após o consumo de bebida alcoólica; furam filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas, muitas delas amparadas pela “lei” espalham mesas e churrasqueiras nas calçadas; pegam atestados médicos sem estar doentes, só para faltar ao trabalho.

Mais ainda

Fazem gato de luz, de água, TV a cabo e banda-larga; registram imóveis no cartório num valor abaixo do comprado – um valor muitas vezes irrisório, só para pagar menos impostos; compram recibos para abater os valores na declaração do imposto de renda; quando viajam a serviço pela empresa, se o almoço custou 10, pedem nota no valor de 20; comercializam objetos doados nas campanhas para auxiliar vítimas de catástrofes;

E tem mais

Adulteram o velocímetro do carro para vendê-lo como se o veículo fosse pouco rodado; compram produtos piratas com a plena consciência de que são piratas; diminuem a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus sem pagar passagem; emplacam o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA; freqüentam os caça-níqueis e fazem uma fezinha no jogo do bicho.

Finalmente

Levam das empresas onde trabalham pequenos objetos como clipes, envelopes, canetas, lápis, como se isso não fosse roubo; comercializam os vales transporte e refeição que recebem das empresas onde trabalham; falsificam tudo, tudo mesmo, quando voltam do exterior, nunca falam a verdade quando o policial pergunta o que trazem na bagagem, quando encontram algum objeto perdido, a maioria não devolve. Quem faz, vira notícia nos principais telejornais; .etc, etc, etc…

No entanto, todos querem que os políticos sejam honestos

Estes políticos que aí estão não são estrangeiros. Saíram do meio desse mesmo povo. Para que os políticos mudem, é preciso que todos nós mudemos, urgentemente!

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