• 18 maio 2009
  • Postado por Tiago

Casamento perfeito

Perdigão e a Sadia estão perto de anunciar um possível acordo de fusão, por meio de uma troca de ações. A Perdigão ficaria com 70% da nova companhia e a Sadia com 30%. O negócio criaria uma das maiores empresas do setor no mundo com faturamento anual somado de cerca de R$ 22 bilhões.

Investimentos nas estradas brasileiras

“Não é possível que o governo anuncie liberação de verbas para obras e que nada aconteça, é muita ineficiência”, disse Raimundo Colombo, líder da oposição no Senado. O governo propõe o orçamento, o senado aprova, mas só uma pequena parte do combinado é liberada. O senador lembrou que só no ano passado houve 562 mortos em 13 mil acidentes nas estradas federais do estado, e que só nesses primeiros cinco meses de 2009 já morreram 199 pessoas em mais de 6 mil acidentes com 3.660 feridos.

O progresso científico é notável

Doenças, que há bem pouco matavam rapidamente, puderam ser controladas e consideradas de longa maturação. A qualidade de vida de muitos doentes foi melhorada por meio dos avanços dos conhecimentos sociais, médicos, farmacológicos e instrumentais. O que não se pode curar é possível tratar e aumentar a expectativa de vida dos pacientes. Diminuir o sofrimento, curar e trazer novas esperanças consiste em algo bem além da utopia de uma saúde perfeita.

Na prática, o sistema público encontra-se com o mundo dos negócios

Transformou a saúde em mercadoria e não se contenta com o que consegue lucrar, tal como ocorre com a poderosíssima indústria farmacêutica e de produção de aparelhagem médica, com os seus lucros incomensuráveis. Desejam mais e mais e não possuem qualquer compaixão com os seus usuários, vistos, na verdade, como consumidores.

Os planos de saúde representam um capítulo à parte

Verdadeira dor de cabeça para os seus usuários, em sua maioria, membros das classes médias. Estas, ou podem pagar mensalidades exorbitantes a algumas empresas, para terem direito a quase tudo, diga-se bem, quase; ou precisam entrar na justiça para que os mais comuns e ‘populares’ cumpram minimamente o que está escrito nos contratos. Nas varas da justiça, o assunto saúde termina sendo discutido como uma mercadoria.

Sabia ou Não? Pois fique sabendo que:

Um motorista do Senado ganha mais para pilotar um automóvel do que um oficial da Marinha que pilota uma fragata. Um ascensorista da Câmara Federal ganha bem mais para pilotar os elevadores da casa, do que um oficial da Força Aérea que pilota um avião Mirage. Um diretor que comanda a garagem do Senado ganha muito mais que um oficial-general do Exército que comanda um regimento de blindados. Um diretor, sem diretoria, do Senado ganha mais do que o dobro de um professor federal concursado, com doutorado e prestígio internacional. Isso é Brasil…

O cooperativismo sempre foi expressivo em Santa Catarina

Mas nunca o setor registrou números tão favoráveis como em 2008. As 255 cooperativas catarinenses registraram juntas, receitas de R$ 11 bilhões: 22,2% a mais do que em 2007, quando a movimentação foi de R$ 9,1 bilhões. São associadas a essas cooperativas cerca de 860 mil famílias e emprega 30 mil pessoas, segundo a instituição. O número corresponde a mais de um terço da população catarinense.

Bolsa-família

Sugiro o pagamento do bolsa-família vir acompanhado de palestras sobre controle de natalidade, cidadania e saúde, para os pais que botam crianças no mundo sem nenhuma condição de sustento.

Impunidade

O Superior Tribunal de Justiça permitiu a Suzane Von Richthofen mudar a fórmula pela qual se conta seu tempo de prisão. A estudante condenada a quase 40 anos por matar os pais em 2002, já pode pedir progressão para regime semi-aberto, diz sua defesa.

Lista fechada

Estamos num impasse muito grande. Se for aprovada a tese da lista fechada, teremos perpetuado os nomes dos políticos que em sua maioria respondem a inúmeros processos e praticantes de todo o tipo de falcatruas, que são as grandes lideranças dos partidos. Se continuarmos a votar em nomes e não for mudada a ideologia dos políticos, poderemos estar criando apenas mais políticos que nunca se incomodam com a população e que estão pouco se lixando à opinião pública.

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