• Postado por Tiago

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Amaro foi confundido com arruaceiros e apanhou da PM feito um condenado

Já se passaram mais de três meses. Mas as lembranças da agressão sofrida não saem da cabeça do jovem Amaro José Simas Júnior, 18 anos. Ele afirma ter sido torturado por policiais militares durante o carnaval. O caso foi levado até a corregedoria do batalhão peixeiro e até agora a investigação não foi concluída.

Dona Elizete Porto é mãe do rapaz. Conta que o filho ficou com sequelas difíceis de curar. Além de sentir muita dor nas costas, local em que mais recebeu golpes de cassetete, Amaro está sofrendo de síndrome do pânico. ?Ele não pode ver um policial na rua que fica transtornado. Ele tá se tratando fora da cidade, não consegue mais ficar aqui?, relata.

Dona Elizete disse que o filho já foi chamado pela PM pro reconhecimento dos agressores por fotos, mas não conseguiu identificá-los. A mãe da vítima informou ainda que um advogado está cuidando do caso. Ela afirma que vai levar essa história pra frente.

Relembre

Amaro e uma amiga estavam na festança de carnaval na avenida Beira Rio, no dia 21 de fevereiro, quando uma brigaceira começou no local. Os dois tentaram correr, mas acabaram caindo e foram catados por dois policiais, que teriam levado o casal pr?uma sessão tortura no bairro Cordeiros.

A PM não informou o resultado do inquérito interno que apura a suposta tortura.

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Uma Resposta to “Rapaz que acusa policiais de tortura teve que sair da cidade”

  1. venicius Diz:

    A polícia da nossa cidade a cada dia que passa, apresenta mais problemas em sua corporação. É de se estranhar que o Ministério Público não faça nada contra isso. Neste ano foi o caso desse rapaz, mais dois rapazes no bairro São Vicente, o curso que os PMs deram p/ outros. Fora o caso do menino de 14 anos que foi torturado e violado. Ainda vivemos com uma polícia que apresenta resquícios da época da ditadura. Todos os dias o diarinho apresenta em suas matérias provas dessa barbárie. Todos os dias estão a mostra olhos rochos, caras inchadas, cortes, dentes quebrados. O MP não denuncia, nós fingimos não ver, e assim se reproduz a violência ….

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