• Postado por Tiago

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Balneário comemora aumento de efetivo depois da troca de comando

O reforço de policiais civis e militares vindos de toda a Santa & Bela ajudou a diminuir a criminalidade na Maravilha do Atlântico. Pelo menos é o que dizem os mandachuvas da segurança na city. A prova é que o arreguinho já tá causando ciumeira na região. Em uma reunião com o secretário de segurança do estado, Ronaldo Benedet (PMDB), bagrões peixeiros chegaram a pedinchar a mesma forcinha pra Itajaí.

?Autoridades de Itajaí comentaram que em Balneário se vê polícia nas ruas e disseram que gostariam de ter isso também?, diz o comandante da PM no município, tenente-coronel Cláudio Roberto Koglin. O reforço veio depois que uma reunião foi convocada às pressas, no final de abril, pra tentar refrear a bandidagem na city.

O motivo foi a onda de assaltos e assassinatos que apavorou o povão. Na época, o secretário Benedet prometeu que mandaria mais 48 policiais militares e 20 civis pro Balneário, mas lascou que não achava que um maior efetivo policial resolveria a situação. ?Se fosse assim, bastava aumentar o número de policiais. Quem cria os criminosos não é a polícia?, soltou.

A maior parte dos policiais civis já foi embora, mas o delegado Ademir Serafim diz que não sabe ao certo quantos ficaram na cidade. ?Temos alguns deles na delegacia do Monte Alegre, em Camboriú, e outros na delegacia da comarca?, disse. Mesmo assim, o dotô acha que o reforço tá dando resultado. ?Está ajudando muito?, avalia.

Entre os militares, oito que trampavam na cavalaria já zarparam da Maravilha do Atlântico. ?Abrimos mão desses policiais porque eles fazem policiamento em festas por todo o estado?, disse o capo da PM. Mas a cidade ainda conta com 40 fardados que vieram de outras regiões.

Além do reforço, o coronel, que assumiu o comando há 40 dias, também implantou um novo sistema de trampo. Ele diminuiu o número de policiais que serviam na administração do batalhão e no canil e mandou a galera pra rua. ?Com certeza a presença do policial inibe os criminosos?, analisa.

Mas questionado se os 210 policiais que tão na Maravilha do Atlântico são suficientes, o comandante tira o dele da reta. ?Não vou dizer que é o ideal. Mas sempre temos locais que são mais visados, dependendo do horário. De dia são os bancos, casas lotéricas, à noite mercadinhos e padarias. Se colocarmos um policial na frente de um desses lugares, os criminosos simplesmente migram e passam a assaltar outros tipos de estabelecimentos?, acredita.

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