• Postado por Tiago

As irmãzinhas da ordem do Instituto das Pequenas Missionárias de Maria Imaculada, que respondem pela administração do hospital Marieta Konder Bornhausen, não estão preocupadas com a investigação que a polícia federal peixeira tá fazendo. De acordo com Zilda Bueno, advogada do hospital, não existe nenhum motivo pra perder a tranquilidade.

“Nós temos os relatórios emitidos pelo Ministério da Saúde e pelo Tribunal de Contas catarinense e não existe nada de irregular”, disse. Segundo a advogada, a auditoria na papelada do hospital já foi feita, mas não foi encontrada nenhuma irregularidade.

O Marieta tá sendo investigado no inquérito instaurado em 2005, a pedido do ministério público federal, para apurar denúncias de compra irregular de material cirúrgico e desvio de verbas do SUS. O delegado Pedro Renato Borges Mendonça que é o responsável pelo inquérito continua ouvindo depoimentos. Logo ele vai intimar os acusados ligados ao hospital e o Instituto das Pequenas Missionárias e solicitar toda a documentação.

Rolo antigo

Quem formulou a denúncia, no começo de 2005, foi o vereador Laudelino Lamim (PMDB), que teria descoberto irregularidades nos contratos de compra de materiais usados em cirurgias ortopédicas. Na denúncia, o vereador afirma que 10% do valor das compras eram desviados para o instituto que administra o hospital.

Na época, Lamim pediu o afastamento das irmãzinhas da administração do hospital por corrupção ativa, já que verbas do Sistema Único de Saúde estariam sendo surrupiadas.

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