• Postado por Tiago

Fátima acredita que o ministério público foi acionado por Ângela por conta de outra vizinha, chamada Márcia, que mora na casa de número 130. “A Márcia se apoderou do terreno que pertencia à Incorporadora Catarinense, do meu pai, e saiu vendendo como se fosse dela. Ela diz que cuidou do terreno, por isso ficou pra ela. Eu acho isso errado”, opina.

A cozinheira informa que sua irmã Cleonice,, que é advogada, também tá processando a vizinha grileira de terra. “O último pra quem ela vendeu o lote, por R$ 8 mil, diz que quer R$ 50 mil pra sair, pois já fez sua casa”, complementa.

Ela lembra que o pai, Orisvaldo de Oliveira, morto há dois anos, foi o responsável pelo loteamento e o terreno onde está ficou para os herdeiros. Onde ela mora já foi um lixão e, nos últimos anos, a área começou a ser ocupada por conta da suposta venda de lotes por Márcia.

Simone Dias é uma das moradoras que comprou terreno ali há cinco anos. Ela bateu boca com a comissão da prefa que baixou no local pra multar quem construiu em cima da via pública. “Eles nem deixam a gente falar. Mostrei pra eles fotos de quando a gente veio pra cá e as benfeitorias que fizemos, mas eles não querem nem saber. Disseram pra depois ir tentar fazer uma defesa lá na prefeitura”, relata.

Simone conta que quando veio para a rua, pediu à prefeitura pra calçar a rua, que terminava alguns metros antes. Eles teriam se recusado e daí os próprios moradores compraram o material e fizeram o calçamento. “Quando precisamos de benfeitorias, não podiam fazer nada, mas pagar IPTU e a energia elétrica a gente pode”, reclama.

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