• Postado por Tiago

A secretária de Desenvolvimento Social de Itajaí, Rosane Casas, não quis abrir o bico sobre o assunto. Ela limitou-se a dizer que se tratava de um mal entendido e passou a bola pra bagrinha que é chefe do projeto de Orientação ao Migrante (Pom), Léia da Silva.

A explicação dela pro despejo dos andarilhos nas ruas do Balneário é simples: “Não colocamos ninguém na Kombi obrigado”, lascou. Léia disse que, no domingo, uma pessoa, e não duas, teria sido abordada na praça da igreja matriz, em Itajaí, e um educador social do projeto se ofereceu pra ajudá-la. “Ele disse que tinha parentes em Balneário e que queria ir pra lá. Não avisamos a Migração de Balneário porque não era necessário, já que ele tinha pra onde ir”, diz.

Questionada se a denúncia não vai abalar as relações entre a secretaria peixeira e a da Maravilha do Atlântico, a resposta foi não. “Temos que ter um bom relacionamento, até porque somos vizinhos. Também recebemos denúncias de migrantes que reclamam de Balneário. Não podemos levar na picuinha”, lascou.

O chefe de gabinete do prefeito Jandir aceitou a desculpa e não vai investigar o caso. “A informação prestada formalmente pelo Pom foi lógica. Não foi colocado o problema na casa do vizinho. Ficou tudo explicado”, minimizou Edison d’Ávila.

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