• Postado por Tiago

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Seu Frederico mostra ao Zé Brodinho a situação da ladeira onde mora

O aposentado Frederico Ristowf, 70 anos, chamou o repórter especial Zé Brodinho pra reclamar da falta de cuidado da tchurma da prefeitura de Ilhota com a localidade de Baú Baixo. Seu Frederico sofre com a erosão que detonou a rua José de Borba, onde ele mora. ?Tá há 10 anos assim. Passam a patrola, vêm tampar, mas a enxurrada leva tudo?, bufa o motorista aposentado.

Cansado de oba-oba dos abobrões e bagrões, que só prometem e nunca resolvem o problema, seu Frederico resolveu botar a boca no trombone para o Zé Brodinho. A rua José de Borba é uma ladeira e, em dias de chuva, a água desce correndo e levando boa parte da estrada junto.

Os moradores improvisam tubos pra canalizar a água, mas não adianta muito. Seu Frederico ganhou um cano de concreto e sozinho construiu a pequena tubulação em frente à sua casa. Este foi o jeito encontrado pra evitar que se forme uma valeta e assim ele consiga sair com o carro. Como os vizinhos não tiveram o mesmo capricho, o restante da rua tá virada num alho. O aposentado conta que faz alguns dias um caminhão tombou na valeta.

O vereador Roberto Prebianca (PT) diz que em abril fez o pedido para a prefeitura colocar a tubulação na rua para o escoamento da água que desce do morro. Afirma que o proprietário do terreno mais acima do morro autorizou a obra, mas a prefa ainda não sicoçou pra resolver o problema. Com a tubulação, diz Roberto, a rua voltaria a dar acesso às caixas d?água do bairro, que ficam mais acima no morro. A estrada que leva às caixas d?água tá detonada e não tem como passar carros. ?Se eles não fizessem nada a rua estaria intransitável?, comenta o vereador, referindo-se ao empenho dos moradores.

Só no ano que vem

Valdi Augustinho da Silva, secretário de obras da Ilhota, diz que faz um mês e meio que os moradores da José de Borba o procuraram. Na ocasião, alega o secretário, a prefa não tinha disponível peões pra trabalhar na obra, mas poderia doar o material e o povão entrava com a mão de obra. Apesar do pedido, os moradores não voltaram a procurá-lo. Agora, avisa Valdi, a prefa só vai ter condições de arrumar o problema no ano que vem. A previsão é para o primeiro semestre.

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