• Postado por Tiago

A secretaria estadual da saúde recebeu ontem o resultado dos exames feitos em 16 catarinenses que morreram com a suspeita da gripe porca. Do total de mortes, metade foi confirmada como sendo pelo contágio do vírus H1N1.

Em São José, o homem de 51 anos, que começou a sentir os sintomas no dia 17 deste mês e morreu no último dia 22, teve como causa confirmada a gripe porca. Os outros sete casos de morte pelo vírus rolaram nas cidades de Criciúma, Caçador, Catanduvas, Blumenau, Lauro Müller, Xanxerê e Campo Erê.

Entre os casos descartados, tá o do jovem de 19 anos, morador de Camboriú, que morreu no dia 13 de agosto no hospital Santa Inês. A verdadeira causa foi pneumonia. Em Florianópolis, a mulher de 45 anos, que morreu na última quarta-feira, apesar de estar com os sintomas da gripe porca, não tava infectada pelo H1N1. As outras mortes descartas rolaram em Lages, Ponte Serrada, Blumenau e três em Chapecó.

Casos suspeitos sobem

O departamento de vigilância epidemiológica do estado divulgou ontem que o número de casos suspeitos da gripe porca sofreu alteração. Agora são 3565 pessoas esperando pelo resultado do exame, que confirma ou não a presença do vírus H1N1 no organismo. Mortes em investigação são 98. Até esta sexta-feira, Santa Catarina tinha confirmado 244 casos de gripe porca. Em todo o estado, 20 pessoas já morreram por causa do vírus.

Creches peixeiras voltam a funcionar

Dez das 11 creches peixeiras interditadas por causa do grande número de crianças com os sintomas da gripe porca voltarão a funcionar na próxima segunda-feira. Só no bairro Cordeiros, na creche Neusa Reis Cesário Pereira, que tá só com uma sala fechada, é que as atividades recomeçam na quarta-feira.

O retorno das aulas foi liberado depois de uma vistoria da equipe técnica do departamento de vigilância epidemiológica, que constatou a diminuição dos casos de alunos gripados. A interrupção das aulas durou 14 dias.

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