• Postado por Tiago

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Como apês sairiam caros, resolveram fazer pombaizinhos de pinus

O terrenão que a prefa de Itajaí doou pro instituto Ressoar construir a mixaria de casas com os R$ 10 milhões arrecadados fica num terreno que alaga facin, facin. ?Quando a prefeitura disponibilizou o terreno, entendemos que lá não pegava enchente?, se defende Ricardo Verginelli, do Ressoar.

As casas são de pinus, uma madeira considerada meia boca. Mas o pessoal do Ressoar e da Cohab garantem que o pinus recebeu tratamento pra não apodrecer logo. ?Estas casas são emergenciais, não são feitas pra durar pra sempre. Se durarem 15 anos, tá bom?, discursa a presidente da Cohab. Para Maria Darci Beck há muito preconceito em relação à casas de madeira.

A arquiteta Karina Facchini diz que as casas do Ribeirão da Murta são de baixo padrão. ?São feitas em ritmo industrial, baratas e fáceis de montar. Mas não parecem feitas para pessoas morarem nelas. Falta acabamento?, opina.

A decisão de construir casas envés de apartamentos foi por questões econômicas. ?Preferimos oferecer casas pra beneficiar o maior número de pessoas. Se fossem apartamentos, custariam R$ 40 mil cada?, alega Ricardo.

?O pessoal de baixa renda não tem como pagar apartamentos. Eles devem ser feitos em Itajaí pro programa ?minha casa, minha vida?, onde os moradores pagarão pelo imóvel?, disse Maria Darci. Ela revela que só agora tá sendo montado um plano de habitação no estado, que leve em conta as diferenças regionais.

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