• Postado por Tiago

Para que a Guarda Municipal de Balneário Camboriú saia do papéli e tome as ruas, a prefa calcula que serão gastos em torno de 2% do orçamento da city com o serviço. A meta é contratar 200 guardas, que terão salários a partir de R$ 1,5 mil/mês. Por ano, só a folha de pagamento dos caras já custaria em torno de R$ 3,6 milhões. É justamente o impacto financeiro do serviço a segunda grande preocupação dos vereadores a primeira é o regime de contratação. Para o secretário da Segurança e Defesa Social, Nilson Probst, não é um valor impactante, levando em consideração a importância do trabalho a ser desenvolvido pelos guardas na proteção do patrimônio público. “Além do que é uma tendência nacional que a segurança passe para os municípios, assim como já ocorreu com a educação fundamental e com a saúde”, afirma.

Os guardas serão divididos em quatro classes de remuneração: primeira, segunda, terceira e a classe dos inspetores. O salário base será em torno de R$ 1,5 mil, podendo chegar a cerca de R$ 2 mil/mês, para os inspetores. Este plano de carreira já faz parte do projeto de lei, mas para que o guarda seja promovido para a segunda classe, terá que passar pelos três anos do estágio probatório – durante o qual o trabalhador é avaliado várias vezes. Se não passar no estágio, babau tia Chica. Ele perde o emprego, porque a estabilidade só rola depois do estágio probatório.

Pra ser promovido, não basta fazer o beabá e ficar longe de confusão. O guarda vai ter que mostrar serviço. Pra inspetor, serão somente 12 vagas. O treinamento deverá ser feito pela polícia militar e pela polícia civil da Santa&Bela. Conforme determinação do Ministério da Justiça, os guardas deverão passar por 600 horas em aulinhas com policiais, o que deverá levar de cinco a seis meses antes de estarem prontos pra ir pra rua, maquinados. “É um processo rígido, rigoroso, que vai começar já na seleção dos candidatos. Eles deverão apresentar atestado de antecedentes criminais, a ser exigido pela empresa que contrataremos — por licitação, para conduzir o concurso público”, revela Nilson Probst.

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