• Postado por Tiago

Ainda faltavam uns 20 minutos pras 18h de quinta-feira quando a doméstica Katiane Souza Barbosa dos Santos, 30 anos, procurou o DIARINHO pra meter a boca no sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Segurança e Vigilância de Itajaí (Sinvac). A coitada veio de Balneário Camboriú só pra buscar um documento no Sinvac e acabou batendo com a cara na porta. “É um absurdo. Cheguei ali pouco depois das 17h e já estava fechado”, reclama.

O documento que Katiane precisava pegar no sindicato é pro seu marido, que a acompanhava na quinta-feira, mas preferiu não ter o nome divulgado com medo de sofrer perseguições. O casal não tinha com quem deixar os três filhos pequerruchos e acabou trazendo a criançada junto.

A doméstica falou que até tentou contato com o Sinvac antes de embarcar no busão rumo a Itajaí, mas aí enfrentou outro perrengue: o desencontro de informações. Na lista telefônica, o número do sindicato tá desatualizado. O DIARINHO, assim como Katiane, ligou várias vezes pro (47) 3349-5734, mas a mensagem é sempre a mesma: “Oi! Este número de telefone não existe”.

Os números do Sinvac somente aparecem na lista telefônica nova, de 2010: 3045-6734 e 3045-7725.

O que diz o chefão

Adilson Grando, presidente do Sinvac, achou estranho o reclamo. Ele conta que número de telefone do sindicato mudou já faz uns dois anos. Quanto ao atendimento do público, Grando alega que é o mesmo de outros sindicatos da região: das 8 às 12h e das 13 às 17h. O Sinvac fica na rua Lauro Muller, 350, centro de Itajaí.

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