• Postado por Tiago

A 1ª  Turma do Supremo Tribunal Federal manteve ontem a prisão de Almeri Maier, aposentada, 69 de idade, condenada em Itapema a sete anos e seis meses de prisão, em regime inicialmente fechado pelo crime de lesões corporais de natureza gravíssima. Por meio de habeas corpus, Almeri queria recorrer da condenação em liberdade.

A vítima sofreu o ataque no final da tarde de 6 de junho de 2002, quando se dirigia ao seu carro numa garagem. Dois homens, a mando de Almeri, aproximaram-se da jovem e atiraram ácido sulfúrico sobre seu rosto e corpo. Após investigações, a polícia prendeu a véia – que morava em Gravataí/RS – mas tava escondida na casa de amigos em Porto Alegre, também no Rio Grande do Sul.  A vítima ficou cega, deformada, com queimaduras e cicatrizes na pele.

“Almeri assim agiu por ciúmes, já que seu ex-companheiro, Mário Ricardo Pires, a deixara para viver com a jovem Elenita”, anotou o desembargador Gaspar Rubik, relator da matéria, no tribunal catarinense, ao negar a liberdade da ré.

Por maioria, os ministros da 1ª Turma entenderam que o decreto de prisão tem fundamentação coerente com o Código de Processo Penal  que foi reforçada com a sentença penal condenatória e sua posterior confirmação pelo TJ de Santa Catarina.

Além disso, Almeri tinha residência em Gravataí/RS, daí o receio de que a vovó fugisse.

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