• Postado por Tiago

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Luciano Ferreira, 34 anos, o Mamica, teria ajudado a matar o empresário

Uma ação dos tiras da Central de Operações Policiais (COP) de Itajaí botou atrás das grades no começo da manhã de ontem Luciano Ferreira, 34 anos, o popular Mamica, um dos suspeitos de participar do assassinato do empresário Aldo Fronza Júnior, 35 anos. O traste é comparsa de Craca, que também estaria envolvido no assassinato.

O delegado Rui Garcia dos Santos informou que a namorada de Aldinho, que tava com ele no carro no dia do crime, reconheceu Craca dias após o crime. Mamica foi identificado, na sequência, como o outro autor da crueldade.

Luciano caiu por volta das 8h30 em sua baia, na avenida Campos Novos, no São Viça, em Itajaí. Com o mandado de prisão em cima, os tiras estouraram a porta da casa de madeira e encontraram o cara. O bandido tava premiado e tentou esconder umas pedras de crack na privada. A estratégia não deu certo e os tiras guentaram a porcariada.

Os policiais da COP já tinham a informação de que Mamica tinha transformado sua casa numa boca de droga pra lá de movimentada. Ele trocava crack por bagulhada roubada e várias bugigangas furtadas foram apreendidas. A ficha de Mamica com a polícia é bem grandinha: além de traficar e estar envolvido no assassinato do empresário, o traste já esteve três vezes na depê por bater na mulher.

Os tiras chegaram até Mamica pelas investigações que apontaram o vagabundo como possível integrante da turma do Craca, famoso bandidinho de 17 anos, que tocou o terror na região nos últimos meses.

Craca foi reconhecido pela namorada de Aldinho Fronza como um dos autores da crueldade que tirou a vida do empresário. Aléam do criminoso-mirim, que tá preso no CIP peixeiro desde a semana passada, os homis acreditam que mais dois ou três mequetrefes tenham participado do assassinato.

O crime

O assassinato de Aldinho rolou na madrugada do dia oito de maio na Praia dos Amores. O empresário estava com a namorada em seu possante na rua José Medeiros Vieira, quando os bandidos chegaram. Ao ligar o carro para fugir dos assaltantes, o empresário tomou um tiro certeiro no rosto. Ele dirigiu mais alguns metros, enfiou o carro num barranco e morreu ali mesmo. Os desalmados se mandaram sem deixar rastro.

A morte de Aldinho, que é filho do dono da madeireira Fronza, chocou a comunidade de Balneário Camboriú e região, que se mobilizou pra combater a violência na city. Sete dias depois do assassinato, os amigos se concentraram na igreja matriz Santa Inês pra pedir mais proteção.

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