• Postado por Tiago

Estava irregular o tanque da usina de reciclagem que provocou o vazamento dos 20 mil litros de óleo de cozinha pelo canal do Marambaia e ribeirão Ariribá. A irregularidade foi comprovada pelo secretaria de Meio Ambiente durante uma análise na sede da usina no bairro Ariribá e não teve o nome divulgado.

André afirma que o sujeito que depositava o óleo véio não tinha alvará pra fazer o serviço e guardava a gordurinha dentro de uma grande caixa de água, enquanto deveria deixar a gororoba num galão especial pro produto. Pela lei ambiental, o dono da usina deveria manter, ao lado do seu depósito, uma lagoa onde ficariam as melecas caso rolasse um vazamento. “A vizinhança até sabia que a empresa estava irregular, mas só avisou a fiscalização quando estourou”, conta o abobrão.

Com a descoberta, o local foi interditado e os materiais serão retirados de lá. Os fiscais do Meio Ambiente fazem um levantamento do estrago. “Estamos estudando o valor da multa que ele vai levar”, afirma o secretário, que acredita que a bronca poderá custar uns R$ 10 mil, que deverão ser usados pra pagar a conta com a Ecosorb.

A empresa do Itajaí foi contratada pra instalar as barreiras de contenção no canal e o grande aspirador pra sugar o óleo. O barnabé informou que o valor do aluguel dos equipamentos será calculado quando terminarem os serviços.

Das seis barreiras instaladas em pontos diferentes do canal do Marambaia, apenas duas continuarão instaladas até o fim de semana. O secretário de Meio Ambiente explica que a maior parte do óleo já foi retirada da água nos dois dias de trampo e ambas as barreiras ficarão de forma preventiva, pertinho do pontal Norte. “Deixei mais um pouco. Hoje o caminhão vai coletar a sobrinha e acreditamos que acabou”, disse.

“A vizinhança até sabia que a empresa estava irregular, mas só avisou a fiscalização quando estourou”.

André Ritzmann, secretário de Meio Ambiente

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