• Postado por Tiago

A comunidade de Navegantes tá fula da vida com o atendimento do pronto socorro do hospital da city. O casal Anelise Correia Vequi, 32 anos, e Renato Vequi, 30 anos, ligaram pro DIARINHO pra contar o perrengue que passaram no sábado pra conseguir um médico. Os dois esperaram mais de duas horas, não conseguiram ser atendidos e tiveram que ir até o hospital Marieta Konder Borhausen, em Itajaí. Esta é a segunda denúncia em uma semana que o jornal recebe de mau atendimento no pronto socorro de Navega.

Anelise conta que estava com febre acima de 39 graus e com pressão alta quando procurou o pronto socorro com o marido. Tava com medo de estar contaminada com a gripe do porco. Lá, aproximadamente 10 pessoas já esperavam para ser atendidas. Além disso, umas três vezes ambulâncias chegaram trazendo pacientes em estado grave. A situação estaria sob controle, se não tivesse somente um médico e um enfermeiro para atender tanta gente.

O casal chegou no hospital lá pelas 16h30 e esperou até por volta das 19h. Apesar da baita espera, eles não conseguiram atendimento. Muito mal, Anelise teve que ser levada ao hospital de Itajaí. Lá, foi recebida com cadeira de rodas e atendida prontamente por três médicos seguidos, onde pelo último foi informada que não estava com os sintomas da gripe A. Anelise recebeu medicamentos para combater uma infecção no rim e para minizar os efeitos de uma gripe normal. “Em vez do prefeito gastar com o carnaval, deveria gastar com médicos para atender a comunidade”, desabafa a dengo-dengosa.

Outro caso

Na edição da última sexta-feira, o DIARINHO publicou a denúncia de dona Catarina Claudino, 53 anos. A dona de casa conta que devido à montoeira de gente no pronto socorro foi mal atendida pela médica, que teria zombado do caso de hipertensão de Catarina. A dotôra Alessandra Leite negou o mau trato, mas admitiu que o trabalho tá pesado no local, já que apenas um médico fica de plantão para atender tanto casos emergenciais quanto clínicos.

Na mesma edição, o diretor geral da secretaria da saúde, Almir Jacob Ricobom, revelou que a prefa vai terceirizar o atendimento no pronto socorro para resolver o problema. “Toda a responsabilidade passa a ser da empresa e com isso podemos exigir um bom trabalho”, explicou Ricobom na semana passada. A previsão é que a empresa comece a trabalhar até o final de setembro.

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