• Postado por Tiago

Diretor-executivo do OGMO diz que demissão tem a ver com a crise no porto e da debandada dos navios

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Teconvi prometeu ao OGMO recontratar o pessoal depois da crise

Mais de 40 funcionários, entre arrumadores e operadores de empilhadeira, foram demitidos de uma só vez na última semana pelo Teconvi. Eles eram trabalhadores portuários avulsos que tinham vínculo de emprego com o terminal e agora voltam a fazer parte do órgão de gestão de mão-de-obra do trabalho portuário (OGMO).

O diretor-executivo do OGMO, Luciano Angel Rodriguez, disse que não existe outro motivo pra demissão que não seja a crise no porto de Itajaí, que resultou numa enorme queda no número de navios e contêineres operados. ?As demissões são decorrentes desse momento de crise. O Teconvi decidiu trocar um custo fixo mensal que tinha com os trabalhadores vinculados por um custo variado, pagando apenas pela demanda de trabalho?, explicou.

Rodriguez conta que o terminal não está errado na atitude, pois pode seguir esse procedimento. ?O Teconvi pode ter os trabalhadores avulsos com vínculos, como vinha fazendo com esses 44. O que aconteceu agora é que eles perderam esse vínculo com o terminal, mas seguirão trabalhando, de acordo com a necessidade e com nosso rodízio de trabalhadores?, completou.

O diretor do OGMO disse que o Teconvi se comprometeu em contratar de volta o pessoal assim que a crise passe e quantidade de trampo no porto aumente, pois já treinou estes profissionais, que estavam há cinco anos prestando serviços ao terminal.

Viajando

Walter Joos, superintendente do Teconvi, não estava na city ontem e não pode explicar as demissões. De acordo com a assessoria, ele retornaria a Itajaí hoje, mas já viaja novamente amanhã. A assessoria disse que o bagrão só estará disponível pra entrevistas no dia 22 de setembro.

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