• Postado por Tiago

A vendedora Deyviane Karina Souza, 20 anos, passou por momentos de horror com a filha de um ano e meio que, na manhã de sábado passado, teve uma convulsão. Ela conta que depois de ligar para o Samu e seguir as instruções dadas no telefone, levou a filha pro hospital Pequeno Anjo e lá acabou rolando um bafão.

Deyviane diz que no hospital não tinha médico e o enfermeiro que a atendeu era de uma grossura só. “Cheguei com a minha filha no colo, com 39° de febre. Eles disseram que o médico de plantão tava atendendo e tinha que esperar, mas não tinha fila e o médico não aparecia. Eu acho que nem tinha médico de plantão”, carca.

Um enfermeiro chamado Augusto teria começado o pré-atendimento e pedido que Deyviane colocasse o anjinho, que tava desmaiando e vomitando direto, de pé numa balança. Mesmo vendo que a criança não se guentava em pé, o enfermeiro todo grosso reclamou para mãe que, daquela maneira, não ia dar pra atender a menina. “A minha filha tinha acabado de ter uma convulsão. Como é que eu ia colocá-la de pé se ela nem tava acordada direito?”, sincabreira Deyviane. Foi aí que o bicho pegou. “Me descontrolei e disse mesmo que ele não deveria cuidar de gente, mas ser veterinário. Daí ele veio pra cima de mim pra me agredir fisicamente e eu gritei”, relata a mãe.

Foi quando teria aparecido um médico chamado Marcelo. Deyviane conta que ele estava com um dos braços imobilizados, mal examinou a criança e apenas receitou uma injeção de Plasil. “A minha irmã é enfermeira e tava junto. A gente achou estranho dar só um remédio pra cortar o vômito pra uma criança que teve convulsão. Imagina o meu desespero?”, diz a leitora.

Como a mulher não quis saber do remédio e levou a filha pra Unimed, a galera do hospital, de sacanagem, mandou o conselho Tutelar na casa de Deyviane alegando que ela tinha negado socorro à filha.

O hospital não quis se manifestar sobre o assunto.

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