• Postado por Tiago

A leitora Michele Martins está indignada com a licença maternidade para as servidoras públicas da prefa itajaiense. Em setembro de 2008, uma lei foi sancionada pelo presidente Lula autorizando as empresas a ampliar o direito à licença por mais dois meses, aumentando de 120 para 180 dias. Para reforçar, nesta terça-feira, o governador Luiz Henrique (PMDB) irá sancionar a lei que amplia o direito para as servidoras do estado.

Michele bronqueia que somente as funcionárias da prefeitura continuam desamparadas deste benefício, pois a mudança depende de uma lei que altere o estatuto dos servidores públicos.

“A situação é esdrúxula, pois o nosso legislativo já resolveu a situação das suas servidoras, criando uma desigualdade na classe, tudo por omissão do chefe do poder executivo”, discursa.

Sindicato

Eliane Aparecida Corrêa, presidente do sindicato dos servidores públicos municipais da região da Foz do Rio Itajaí, diz que já iniciou as conversas com a tchurma do prefeito Jandir Bellini (PP) pra ampliar o tempo da licença.

A preocupação da administração, explica a sindicalista, é pelo grande número de funcionárias, o que pode inviabilizar a medida, já que não é permitida a contratação de servidores sem processo seletivo ou concurso para preencher as vagas deixadas pelas gestantes.

Vereador da oposição dá uma de porta-voz do Bellini

O vereador Marcelo Werner (PcdoB) chegou a apresentar um projeto pra ampliar o tempo em que as grávidas da prefa peixeira podem ficar em casa, mas esse tipo de lei somente pode ser apresentado pelo prefeito. Por isso, a câmara acabou aprovando apenas uma indicação do democrata Luiz Carlos Pissetti sugerindo que a licença maternidade das servidoras municipais seja equiparada com a das trabalhadores do setor privado.

“O prefeito se sensibilizou com o assunto e deverá, em breve, implantar o programa que prolonga a licença das gestantes servidoras do município”, disse Marcelo que, mesmo sendo oposição, deu uma de porta-voz do governo.

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