• Postado por Tiago

Três vagabundos invadiram a casa 334 da rua Monte Pouso Alto, no bairro Monte Alegre, em Camboriú, amarram o dono, tocaram o horror e fugiram levando dinheiro, caranga, celulares e computador. Os malencarados tavam armados até os dentes quando renderam as vítimas.

O Faustão tava dando o resultado da dança dos famosos na rede do plim-plim quando D.R.F., 29 anos, foi surpreendido por três bandidos. O trio de putos invadiu a residência e rendeu o cara. Encapuzados e com armas nas mãos, os caras fizeram a vítima caminhar até um quarto. Dentro do cômodo, amarraram o coitado e trancaram a porta.

Em seguida, os trastes roubaram um laptop, quatro celulares e R$ 4 mil em dindim. Embarcaram na caminhonete da vítima, uma F-250, placa BEQ 0250 (Camboriú), que estava estacionada na garagem e siscapuliram. Quase meia hora depois do assalto, D. conseguiu se soltar e ligou pros meganhas. Os tiras deram uma banda na redondeza, mas não encontraram nem rastro dos ladrões.

As polícias da região investigam se uma quadrilha especializada em assaltar baiucas tá agindo na área. O alvo dos bandidos tem sido moradores de regiões isoladas de Camboriú, Porto Belo, Barra Velha e Balneário Piçarras.

Os tiras orientam o povão a ficar atento às carangas estranhas que tão circulando por aquelas bandas. Também se deve pedir ajuda aos vizinhos sempre que desconfiar de alguma pessoa estranha que aparecer no pedaço de uma hora pra outra.

Em todos os crimes que rolaram na região, os bandidos agiram sempre da mesma maneira. Eles rendem os moradores, amarram todos numa peça da casa, catam algum dinheiro e fogem no carro da família. Desde que começou a onda de crimes, ninguém foi mandado pro xilindró.

Assalto com dedo

No fim de semana, o dono de uma lan house de Balneário Camboriú também perdeu uns trocados pra malocada. Pelas 17h de sábado, um safado de cara limpa entrou na lan house Underground, da rua 1001, entre a avenida Brasil e a avenida do Estado. Sem dar a mínima bola pra molecada chegada num joguinho eletrônico que tava por lá, o mequetrefe enfiou a mãozona embaixo da blusa e abordou o dono do comércio.

Disse estar armado e mandou L.F.S., 20, abrir o caixa. Em seguida, passou a mão nos 140 pilas da gaveta e virou as costas. Simandou correndo pela rua. Os milicos também foram chamados, vasculharam as ruas próximas e não encontraram o malaco.

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