• Postado por Tiago

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Uma das itapemenses ainda tá internada no Nereu Ramos

O resultado do exame dos três itapemenses monitorados por causa da gripe suína indicou que não eles estão com a doença que tem deixado o povão de cabelo em pé. No sábado, uma das pacientes ganhou alta e o outra continua internada com problema de hipertensão. O terceiro morador de itapema nem chegou a ficar no hospital.

As duas parentas, uma de 50 e outra véinha de 81 anos, foram internadas na semana passada no hospital Nereu Ramos, de Floripa, por terem contato com um cara que foi pro México, país mais atingido pela doença que agora passa a ser chamada de ?Influenza A?, mas ficou famosa mesmo com o nome de gripe suína. Elas tavam com febre, dores pelo corpo, vômito e diarréia, os principais sintomas da gripe.

O ranho das mulés foi recolhido e levado pra exame na Fundação Osvaldo Cruz, no Rio de Janeiro. No sábado saiu o laudo onde ficou constatado que as duas só tiveram uma gripe da braba, mas comum. A mulher mais nova foi liberada no sábado mesmo e já voltou pra casa. Já a velhinha continua internada. A diretora de vigilância em saúde de Itapema, Simone Lora, garante que não é por risco de contaminação pela gripe suína. ?Ela tinha pressão alta e junto com a suspeita ainda tinha pneumonia?, explicou.

Além das parentas, um terceiro homi da mesma família de Itapema tava sendo monitorado pelos agentes da saúde desde segunda-feira passada. Como ele não tava muito malzão, nem foi levado pro hospital. Ficou isolado na sua residência até quinta-feira quando saiu o resultado do seu exame. O laudo também confirmou se tratar de uma gripe comum.

Os três integrantes da mesma família de Itapema passaram a ser monitorados no dia 27 de abril. Eles retornaram de Curitiba onde tiveram contato com um colega que havia voltado do México e tinha os sintomas da doença.

Floripa

Uma menina de sete anos tá internada no hospital infantil Joana de Gusmão, em Floripa, com suspeita de gripe suína. A pequerrucha tem febre e tosse e tá no isolamento. Acompanhada dos pais, ela chegou de Orlando, no Estados Unidos, no domingo pela manhã. Os pais não têm os sintomas da gripe, mas também tão sendo monitorados. A mãe acompanha a filha no hospital. ?A expectativa é de que ela melhore rapidamente. Precisamos agora aguardar o resultado do exame encaminhado à Fundação Oswaldo Cruz para sabermos com que tipo de vírus a criança teve contato?, afirma Luiz Antônio da Silva, diretor da vigilância epidemiológica. O exame fica pronto até o final desta semana.

O homem que tava sendo monitorado em Criciúma desde quinta-feira, o caso foi descartado no sábado. ?Ele não chegou a ser internado. Durante a investigação epidemiológica houve contradições e o caso foi descartado?, explica o dotô.

O radialista Sérgio Murilo, que no feriadão retornou a Floripa após passar uma semana no México, conta que em Cancun, onde ele tava, não rolou o alarde que aterrorizou um monte de gente naquele país e provocou o fechamento da capital. ?A gripe criou um comércio absurdo no México. Uma máscara simples chega a ser vendida por 15 dólares?, comenta. Sérgionão teve contato com alguém lá praquelas bandas que tava com a peste. ?No aeroporto é feito um exame que analisa o pescoço e a garganta, por fora mesmo. Ali eles avaliam se a pessoa tem algum tipo de infecção que possa obrigá-la a ir para o isolamento?, conta.

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