• Postado por Tiago

A revista Veja, de circulação nacional, tá com falta de assunto. Esta semana, a revista requentou um bafão que os leitores do DIARINHO ficaram por dentro no ano passado, quando rolou a operação Influenza, da polícia Federal de Itajaí. A Veja descobriu agora que, em 2008, o assessor parlamentar Marcelo Sato Rosa, casado com Lurian Lula da Silva, filha do presidente Lula e secretária de Ação Social de São José, foi pego no grampo conversando com investigados da PF. O grupo era suspeito de lavagem de dinheiro e tráfico de influência, e Sato encurtava as ligações da renca com o governo federal.

Na matéria da Veja, Sato teria recebido R$ 10 mil do empresário João Quimio Nojiri, homem do dinheiro da empresa Agrenco S/A, preso durante a Influenza. A revista ouviu algumas das gravações feitas com autorização da justiça e, numa delas, Lurian é citada por estar vivendo um momento financeiro complicado.

A filha do presidente teria enviado uma mensagem via celular a um tal de Guilherme contando sobre o aperto. O tal Guilherme ligou pra Nojiri, que teria mando uma graninha a ela. O relatório da PF fala que 20 minutos depois de liberar o dinheirão, Nojiri ligou pra Sato e confirmou que tava fazendo um “negócio pra ele”.

O advogado de Sato, Ronei Danielli, nega todas as acusações. “Os depósitos nunca ocorreram e na reportagem não há comprovações de depósito. É colocado o nome de Sato entre dois interlocutores. Não há indicativo concreto do envolvimento de Marcelo Sato”, garante.

O advogado diz que Lurian e Sato tão indignados com a publicação. “Não foram certificados os fatos. Infelizmente não houve averiguação, houve um ato criminoso contra o Marcelo Sato. Ele é sim assessor parlamentar e entre suas funções está agendar encontros e reuniões”, afirma. O advogado Ronei ainda diz que atualmente não há investigação contra Sato. “A reportagem faz referência a fatos ocorridos há dois anos. A única justificativa para este fato é o principiar do ano eleitoral”, lascou Ronei.

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