• Postado por Tiago

“Gostaria de dizer que tal acontecimento ocorreu na capela da Nova Brasília durante um velório porque o padre José Henrique desrespeita as ordens da igreja. Quando ainda eram nossos bispos o dom Afonso e dom Eusébio, decidiram que ninguém mais deveria ser velado dentro de igrejas e nem em salões paroquiais. Junto com esta norma se encontra uma orientação da vigilância sanitária que também não permite que se façam velórios dentro de igrejas e salões de festas por questões de higiene. Então, por que somente no São João é que se tem feito velórios dentro da igreja? E o pior de tudo é que isto já foi orientado que não aconteça por dois bispos para evitar que um dia alguns possam e outros não possam.

Já pensou se morrerem 10 pessoas durante a festa de São João e assim as famílias quiserem que o velório seja na igreja? Não acontecerá festas ali, pois serão dez dias de velórios.

Alguns conseguem que seja na igreja, outros já não têm esse privilégio. Foi para que isso não acontecesse que dom Afonso e dom Eusébio já cortaram há mais de 10 anos que se façam velórios na igreja e no salão da paróquia. Mas o que vimos em Itajai e só no São João é que este padre nem liga para as orientações da diocese e nem para a palavra do bispo.

Dom Murilo deverá orientar melhor essas questões, pois sabemos que só podem ser velados na igreja os padres e as freiras. Em Itajaí, se morrer alguém do Dom Bosco, tem que correr para o São João porque lá a igreja é mais dos mortos do que dos vivos. Nas demais paróquias os padres rezam as cartilha orientada pela diocese e proíbem. Mas se no São João pode, por que que aqui não pode?
É coisa de louco. Se o padre tivesse orientado para velar nas capelas mortuárias, locais próprios para tal acontecimento, a coisa não teria o trágico acontecimento de invasão – e tudo mais que sabemos – e o finado teria sido respeitado. Mas foi dado para fazer vontade de alguns…

Para velórios temos capelas mortuárias. Muitas famílias já quiseram que seus entes queridos fossem velados nas igrejas e não puderam. Como agora pode, mudou tudo de novo? Está igual ao INSS, que muda a cada ano? Que se reze a cartilha da diocese.”

Ass: A.A.

(Transcrito ipsis litteris)

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