• Postado por Tiago

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Antônio tá cabreiraço

O motorista Antônio Carlos Anacleto dos Prazeres, 54 anos, tá doido da vida com o pessoal do posto telefônico Dinâmica Jr., que fica na rua Pedro Ferreira, em Itajaí. Antônio comprou um cartão de 75 unidades por R$ 9, mas, quando foi usar, um crédito era comido e a ligação não se completava. Ele tentou cinco orelhões diferentes e nada. Por isso, voltou na loja um dia depois pra trocar o cartão e, apesar de ter sido bem atendido, não quiseram trocar o cartão nem devolver o dindim. Somente depois de muita chiadeira é que pegaram o cartão estragado e lhe deram 30 dias de prazo pra entregar um cartão que funcione.

Rodrigo Savignano, supervisor da loja, tirou da reta. ?Este é o procedimento da Oi, não temos como fugir disso, quando era com a Telesc a troca era mais rápida, com a Brasil Telecom e Oi o procedimento já é mais lento?, argumentou. Deise Corrêa, 30, atendente da loja que conversou com Antônio, disse que precisou seguir as regras da OI e ressaltou que às vezes não leva nem um mês pra operadora responder e devolver o cartão.

O bambambã da Procuradoria de Defesa do Consumidor (Procon) de Itajaí, Rafael Seára Júnior, explica que os 30 dias pra devolução de um produto tão previstos no Código de Defesa do Consumidor. ?O que sempre recomendo é o bom senso. Esta é uma oportunidade do dono da loja conquistar o cliente. Ele poderia ter trocado o cartão e depois mandado o com defeito para a Oi?, pondera o chefão da Procon. Em outras palavras: o comerciante foi pão duro, mas não tá fora da lei.

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