• Postado por Tiago

O vereador Fabrício de Oliveira (PSDB) quer saber quais são os critérios que a prefa da Maravilha do Atlântico tá usando pra meter o pé na bunda dos contratados temporários, os ACTs. Desde que o prefeito Edson Periquito (PMDB) resolveu fazer uma reforma administrativa, há um mês, quase 200 barnabés já foram mandados pra rua, e o vereador acha que não tá bem claro como são escolhidos os coitados que vão ficar sem emprego. “Não tem critério nenhum”, lasca o edil.

Fabrício, que protocolou um pedincho de explicações na câmara, diz que ficou sabendo da sacanagem porque foi procurado por ACTs que, de um dia pro outro, ficaram sem trampo e não entenderam o que rolou. “As pessoas passaram por um teste seletivo, tem uma listagem de colocações. Mas na hora de mandar embora, não tá sendo obedecida essa ordem”, acusa o tucano.

O problema é que tem gente que ficou entre os primeiros colocados do teste e foi mandado embora bem antes dos colegas que ficaram na rabeira. “A colocação dessas pessoas levou em conta o currículo e a qualificação. Isso deveria ser respeitado na hora das demissões”, lasca.

O vereador diz ainda que recebeu denúncias de que alguns barnabés que tinham sido mandados embora foram contratados divolta e que tem ACTs trampando com o contrato vencido. A esperança de Fabrício é que desta vez a prefa não demore a dar explicações a respeito. O último requerimento dele com relação ao número de ACTs, feito em fevereiro, não foi respondido até agora. “Se era pra mandar embora, então por que contrataram essas pessoas?”, carcou.

Questionado se a razão de umas pessoas ganharem o pé na bunda antes de outras não seria picuinha política, o tucano resolveu murchar as penas. “Não posso dizer isso porque não sei”, mandou.

Ontem à tarde, o secretário de Administração, João Batista Leal (PSB), tava em reunião com o homem-pássaro e não foi encontrado pra comentar as denúncias do vereador. Mas o asssessor de imprensa da prefa, Rafael Weiss, disse que o critério usado pra mandar a galera pra rua é o local onde a pessoa tá trampando. “Funcionários efetivos que tavam em desvio de função tão sendo recolocados e tão sendo demitidos os ACTs que tavam ocupando esses cargos. Tudo depende da lotação”, explicou.

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