• Postado por Tiago

Na última sexta-feira, os vereadores José Hannibal (PP), Orlando Angioletti (DEM), Fabrício de Oliveira (PSDB), Dão Koeddermann (PSDB) e Marquinhos (PMDB) visitaram São José dos Pinhais, Curitiba e Foz do Iguaçu, no Paraná, e Diadema, em São Paulo. Eles foram buscar informações sobre o funcionamento das guardas municipais nestas cidades, para ter embasamento na hora de votar o projeto de lei aqui na Maravilha do Atlântico. O vereador Dão Koeddermann, presidente da Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara de Balneário Camboriú, falou ao DIARINHO ontem de manhã que suas grandes preocupações são o impacto orçamentário do serviço e a importância da parceria com o estado no custeio do serviço.

Para o vereador, o exemplo da cidade de Curitiba é clássico: são 1700 guardas municipais para cuidar somente da capital, enquanto a polícia militar tem 1800 milicos pra garantir a segurança de Curitiba e de toda a região metropolitana. A prefeitura de Curitiba investe cerca de R$ 17 milhões/ano em segurança, mas tem parceria com o estado. “A minha percepção, nestas visitas, foi que os municípios se envolvem cada vez mais na segurança pública, o que acaba resultando na falta do estado neste processo. Isso é preocupante”, explica Dão, que defende o envolvimento da Santa&Bela, desde já, no processo de formação da guarda municipal de Balneário Camboriú.

Sobre o regime de contratação dos guardas, Dão Koddermann tem entendimento de que o regimento estatutário pode ser a melhor saída, sob o ponto de vista econômico . “Nestes contatos que tivemos, nos foi informado pelos municípios que o regime celetista é mais oneroso, mas em contrapartida oferece mais benefícios ao trabalhador. Para discutir este e muitos outros detalhes deste projeto, vamos convocar uma audiência pública a ser agendada para breve, com a participação de técnicos das cidades que visitamos”, acrescenta.

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