• Postado por Tiago

Protetor solar é uma das armas contra doença

O câncer de pele representa 25% de todos os tumores malignos diagnosticados no país. No verão, os cuidados com o sol, o principal causador da doença, têm que ser redobrados. Às vésperas do dia mundial de combate ao câncer, a sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) divulgou os dados da doença na Santa & Bela referentes a 2008, quando mais de 1,6 mil pessoas foram atendidas pelos médicos especialistas em pele com suspeita da doença.

A dermatologista Juliana Lichtemberg, que atua nas secretarias de Saúde de Balneário Camboriú e Itajaí e faz parte da SBD, explica que existem três tipos diferentes de câncer de pele e que todos eles podem levar à morte se não forem diagnosticados rapidamente. ?Do total de pacientes que fazem exames, cerca de 5% estão com algum dos três tipos de tumor?, disse.

Os dados sobre a doença em 2009 ainda não foram divulgados pela SBD, mas segundo a doutora, das 240 pessoas que fizeram exames em dezembro do ano passado, três tinham algum tipo de câncer de pele.

O instituto Nacional do Câncer (Inca), órgão ligado ao ministério da Saúde, baseados em dados estatísticos dos anos anteriores, acredita que em 2010, em todo o Brasil, serão diagnosticados quase seis mil novos casos da doença. Segundo dados do Inca, o câncer ataca homens e mulheres na mesma proporção.

O que é a doença?

O câncer de pele ocorre quando os raios ultravioletas atingem a camada mais profunda da pele, modificando as células e provocando uma multiplicação rápida e desordenada, que dá origem ao famoso tumor. Pra evitar a doença, o povo tem que fugir do sol entre 10h e 16h, usar bonés e chapéus com abas largas, óculos escuros e protetor solar fator 15, no mínimo.

Manchas no corpo que cocem, ardam, escamem ou sangrem, pintas que mudem de tamanho, forma ou cor, feridas que não cicatrizaram em quatro semanas ou mudança na textura da pele são alguns dos sinais que indicam que a pessoa deve procurar um dermatologista rapidinho.

Segundo o Inca, pessoas que têm histórico da doença na família, pele e olhos claros com cabelos loiros ou ruivos, que trabalham no sol sem proteção e se expõem por muito tempo ao sol desde a infância e adolescência têm mais riscos de enfrentarem o perrengue.

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