• Postado por Tiago

Homicídio-Osni-Alves-Jr---011

Osni morreu em frente a uma suposta boca de fumo das Piçarras

O viciadinho Osni Alves Júnior, 19 anos, foi parar na terra dos pés juntos no final da noite de segunda-feira, depois de tomar dois balaços à queima-roupa. Segundo os moradores, na hora do perrengue, o cara tava trocando uma ideia com um trafica, em frente a uma suposta boca de fumo, quando um motoqueiro mandou os balaços. Osni morreu na hora.

A treta rolou por volta da meia noite, na rua Paraná, no bairro Conceição, do outro lado da BR-101, lá no interiorzão de Balneário Piçarras. As primeiras informações que chegaram à polícia Civil revelaram que Osni conversava com Marcelo Bittencourt, trafica conhecido da região, na porta da baia do cara. Foi quando o matadô apareceu numa motoca preta.

O pistoleiro não deu nem chance de defesa pra vítima, sacou uma espingarda calibre 12 e mandou dois tirombaços certeiros. Os tiros acertaram a cabeça e o peito da vítima, que já caiu no chão morta. Os vermelhinhos ainda foram chamados, mas não tinha mais o que ser feito. O instituto Médico Legal (IML) de Itajaí recolheu o corpo.

A polícia Militar tentou achar o atirador, mas o cara já tava longe. A família do coitado ainda confirmou pros policiais que Osni era realmente viciadinho em pedra do demo.

Suspeitas

A polícia Civil tá investigando o caso e trabalha com duas hipóteses. A primeira é de que Osni pode ter sido morto por engano, já que o alvo dos disparos seria o trafica Marcelo. O traficante já tava sendo ameaçado de morte por outros safados das redondezas. Os tiras bateram um papo com Marcelo, que tremeu na base e não quis falar muita coisa. Já a segunda hipótese é de acerto de contas. A vítima andava aprontando um monte no bairro, pra ter dindim pra comprar crack, e poderia estar devendo pra alguém.

Os tiras também deram uma geralzona na baia de Marcelo e não encontraram nenhuma porcaria. Os policiais só descobriram uma câmera de monitoramento na casa. A mulher do traficante, que não teve o nome revelado, diz que acompanhou o assassinato pela telinha. Mas como o equipamento não tem arquivo, os tiras não tiveram acesso às imagens, pra tentar identificar o assassino. Por enquanto, os policiais não têm suspeitos pro crime.

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