• Postado por Tiago

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Na Vivo, alegraram que fizeram o bloqueio pra garantir a segurança do próprio cliente. Pode!?

O empresário Adson José Stramandinoli, 45 anos, passou uma semana na lida com a burocracia pra conseguir usar os novíssimos quatro celulares e o modem de internet que comprou. Adson aproveitou uma promoção da Vivo na loja Móveis Brasília, de Balneário Camboriú, e comprou os aparelhinhos bonitões. Uma semana depois, descobriu que os equipamentos só dão trabalho e não funcionam.

Adson é dono de uma academia de ginástica. Ficou todo feliz quando encontrou uma promoção na sua medida. Comprou a traquitana que faz conexão banda larga pra internet pela Vivo e, de quebra, ainda levou quatro celulares de última geração.

De uma hora pra outra, os celulares não ligaram e nem receberam mais ligações. Desde então, Adson tá sendo jogado de um lado pro outro, quinem bolinha de pingue-pongue.

Primeiro, pediu satisfação na Móveis Brasília e não conseguiu nada. No dia seguinte, o empresário deu um pulinho na loja da Vivo, na avenida Brasil e fez o recadastramento dos aparelhos. A linha era pra ser liberada em 48 horas. Dois dias se passaram e o problema continuou o mesmo.

Com a tentativa furada, procurou dinovo a Móveis Brasília. ?O rapaz falou que tinha dado problema pra imprimir meus documentos porque meu RG está ilegível?, relata . Persistente, ele mais uma vez solicitou um novo cadastro na loja da Vivo.

Tem que ir na PROCON.

A galera da Procon de Balneário informa que as empresas de telefonia, seja fixa, celular ou que oferecem conexão pra internet, são as recordistas em reclamos do povão. Os ténicos sugerem que Adson procure o escritório do órgão de defesa do consumidor, que fica na rua 916. Deve levar os documentos de compra dos aparelhos para que o caso seja analisado.

Ontem, depois de espernear um monte, Adson conseguiu ter os telefones religados.

A versão da loja

O erro não foi da loja, mas sim da operadora de telefonia. Ao menos é isso que alega Michele Regina Pereira, responsável pelo setor de celulares da Móveis Brasília. A própria Michele foi quem fez a venda ao Adson e diz que até tentou ajudar com o perrengue junto a Vivo. Ela garante que a transação feita na loja foi dentro dos conformes. ?Não pode ter mais de dois produtos no mesmo CPF. No dia da venda, a Vivo liberou pra ele os quatro aparelhos, mas na semana seguinte bloqueou. A parte da loja, o móveis Brasília fez?, disse, informando que o problema teria acontecido por erro na numeração do CPF.

A versão da Vivo

Sérgio Maus, funcionário da Vivo, diz que o bloqueio dos telefones foi feito pra garantir segurança ao próprio cliente. ?Foi bloqueado por possibilidade de fraude. É fora do procedimento um mesmo CPF registrar mais de dois produtos. Aqui, na loja, a gente consegue no máximo três habilitações. Ele fez quatro e por isso foi bloqueado?, explica.

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