• Postado por Tiago

Maria Aparecida dos Santos Cunha, 53 anos, é zeladora do cemitério do bairro Itaipava, em Itajaí. Ela procurou o DIARINHO pra dar a sua versão sobre a matéria publicada em que um leitor reclamava do cemitério fechado no sábado. Maria Aparecida ficou ofendida com a exposição de seu nome por parte do coordenador da pastoral comunitária da Itaipava, Auri Braz Cardoso. Ele teria dito que tava esperando um suposto diagnóstico de câncer da funcionária pra então decidir pela contratação de outra zeladora e que este seria o motivo do cemitério ficar fechado aos finais de semana. “Se ele tivesse me procurado saberia que eu não estou com câncer”, afirmou Maria.

A zeladora trouxe todos os exames pra mostrar que retirou nódulos existentes no estômago e que não está com câncer. Ela contou que tá há quatro meses afastada do trampo por conta da cirurgia, mas volta no mês que vem. “Trabalho há 23 anos no cemitério. Faço mais do que eu devo e por amor ao meu trabalho”, fez questão de dizer. “Cheguei a passar mal quando li meu nome envolvido num problema que não tenho nada a ver”, desabafou.

Já o coordenador da pastoral comunitária da Itaipava, Auri Braz Cardoso, disse que não disse ao DIARINHO que a zeladora Maria Aparecida estava com câncer. “Não foi citado isso”, afirmou, completando: “Nem sei se ela confirmou a doença”.

O reclamo do cemitério fechado foi feito pelo leitor Luís Carlos da Silva, 38 anos, que foi visitar o túmulo do pai no cemitério da Itaipava, no sábado, mas deu com a cara no portão.

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Uma Resposta to “Zeladora critica chefão da pastoral por envolvê-la no caso do cemitério da Itaipava”

  1. jader Diz:

    Quanto a quem abre o cemintério não deveria ser responsabilidade da pessoa que trabalha lá dentro ou seja( a grosso modo o coveiro)

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