• Postado por Tiago

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Chororô

Foi grande a choradeira do ex-presidente do clube Náutico Marcílio Dias, Marlon Bendini, no programa Esporte em Debate, da TV Brasil Esperança. Disse ele que quando saiu do clube abriu mão de tudo que tinha a receber, ficando somente os dirigentes responsáveis por um financiamento de um carro que deveria ser pago mensalmente, mas que, como sempre, não pagaram. Depois esclareceu o episódio do carro que o Sérgio Ramirez levou embora. Segundo o Marlon, no contrato que foi firmado com o técnico constava que ele teria um carro à disposição pago pelo clube. Com isso, financiaram um veículo no nome de um funcionário do Marinheiro e, como não pagaram o treinador, o Ramirez levou o carro embora e vai ficar com ele até que receba tudo que tem direito. E tem mais, o tal carro foi financiado e até hoje não pagaram as prestações, e o banco está correndo atrás para cobrar as parcelas em atraso. A cada dia que passa aparece um rolo e, se forem mais a fundo, com certeza tem muito mais. Todos têm razão quando dizem que aquela foi a pior diretoria da história do clube.

Será?

Não sei o que tem de verdade, mas esta história do Marlon Bendini ser o auxiliar do Euzébio Pereira Neto, o Caloca, no departamento de futebol do clube Náutico Marcílio Dias, tem tudo para não dar certo. E olha que o Marlon já está falando como dirigente, pois até citou nome de técnico para o clube em 2010. Como sempre, o nome citado foi do Mauro Ovelha. Com a palavra o Caloca.

E agora?

Continuam repercutindo negativamente os acontecimentos que envolveram o judô de Balneário Camboriú nos jogos abertos de Chapecó. Dos oito atletas que viajaram, cinco não puderam participar, pois foram inscritos na categoria errada. E pra piorar ainda mais a situação, na volta deixaram os atletas a pé na BR-101. Se tudo isto for verdade, o superintendente da fundação Municipal de Esportes de Balneário Camboriú, Sandro Bernardoni, terá que tomar providências. Pela sua competência e seriedade, com certeza vai apurar o caso a fundo e punir os responsáveis.

Retrocesso

Enquanto em todas as competições do mundo o exame antidoping é o maior aliado da seriedade no esporte, aqui em Santa Catarina os jogos abertos, uma das maiores competições do gênero no Brasil, não têm exame de dopagem. Falo isto porque em outras edições dos jogos o exame foi realizado. Por que será que pararam?

Parajasc

Gostei da notícia dada pelo superintendente da fundação Municipal de Esporte e Lazer de Itajaí, Álvaro Provesi, de que os Parajasc de 2010 serão realizados em Itajaí. Uma grande notícia, pois a cada edição os Parajasc se firmam ainda mais dentro do calendário esportivo do estado.

Ginásios

Ainda segundo Álvaro Provesi, é complicada a situação dos nossos ginásios de esporte. Disse que todos têm goteiras em dias de chuva, o que não é novidade pra ninguém, e que as verbas acertadas para as reformas foram bloqueadas, pois uma nova lei exige a apresentação da escritura do terreno, com a averbação do ginásio, coisa que nenhum ginásio possui. É triste, ainda mais se lembrarmos que prometeram uma arena esportiva junto ao parque da Marejada, mudaram o projeto e hoje não temos nenhum local para realizar eventos de grande porte.

Gramado

Conversei com o secretário de Obras de Itajaí, Tarcízio Zanelato, e entre os assuntos em pauta apareceu o do gramado do estádio Hercílio Luz, destruído nas partidas do Brusque e do Metropolitano, realizadas em Itajaí por autorização do ex-presidente cassado. Disse que aquilo foi uma falta de responsabilidade e que, mesmo assim, sua secretaria vai recuperar o gramado. Tarcízio entende que os responsáveis deveriam pagar pela reforma.

Abraços…

…ao radialista Luciano Ferrari e ao seu filho Ângelo Ferrari, que integram o quadro da rádio Clube/Bandeirantes, leitores assíduos da coluna e do nosso DIARINHO.

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