• Postado por Tiago

Ditadura Crispiniana

Dois pesos e duas medidas. É assim que age a diretoria do Clube Náutico Marcílio Dias, com respeito ao acesso dos profissionais de imprensa nos dias de jogos no estádio Hercílio Luz. Entendo que só devem entrar os profissionais devidamente credenciados e que irão trabalhar. Não é isto que está acontecendo, pois no jogo entre Marcílio Dias e Caxias, enquanto os profissionais de imprensa considerados inimigos pelos dirigentes tiveram que se identificar, a imprensa “amiga” teve acesso liberado sem apresentar identificação. Digo isto porque, enquanto me identificava, dois profissionais de outra rádio de Itajaí entraram sem credencial, simplesmente declarando ao porteiro que tinham conversado com o presidente do clube, Carlos Crispim. É a ditadura “Crispiniana” implantada em pleno século 21 no Clube Náutico Marcílio Dias.

Muito mal

Terrível o final de semana pros clubes catarinenses nas séries A, B e C do campeonato brasileiro. O Avaí não passou de um empate contra os reservas do Coritiba, o Figueirense tomou um banho de bola da Portuguesa, o Criciúma só empatou em casa com o Marília e o Clube Náutico Marcílio Dias apanhou em casa do fraco time do Caxias. Levando-se em conta que todos jogaram em casa, os resultados foram terríveis.

Salário atrasado

Mais uma da “diretoriazinha” do Clube Náutico Marcílio Dias, que tem horror aos jogadores formados pelas categorias de base do clube. A mais nova vítima é o jovem atleta Alex Guimarães, que foi afastado do elenco e impedido de treinar pelo diretor de futebol em função de uma entrevista que concedeu ao nosso DIARINHO, tempos atrás, falando sobre o atraso no pagamento dos salários. É assim: não pagam e, quando reclama, não deixam mais treinar. E o que é mais ridículo ainda, não querem liberar o atleta. São mesmo uns ditadores e incompetentes.

É o fim

Na rodada dos juvenis e juniores realizada no estádio Hercílio Luz, na segunda-feira, aconteceu de tudo. Nos juvenis, o jogo começou, mas logo foi paralisado quando o delegado constatou que não havia ambulância no estádio. Esperaram um tempão e, como não apareceu ambulância, o jogo foi cancelado. Mais tarde, nos juniores, conseguiram que a ambulância do corpo de bombeiros viesse dar assistência. Começou o jogo, mas lá pelas tantas os vermelhinhos tiveram que sair para atender uma emergência e o jogo foi paralisado. Só recomeçou quando os homens retornaram. Com todos estes problemas, o jogo entre Marcílio e Brusque por pouco não se torna um dos mais longos da história. É uma falta de competência do departamento administrativo do clube e também da sua “diretoriazinha”, pois o responsável pela liberação da ambulância junto à prefeitura declarou que já havia informado ao clube na quarta-feira que não poderia liberar a ambulância. São uns incompetentes e ainda querem colocar a culpa no delegado do jogo, que só fez cumprir a lei. Uma vergonha.

Falta de respeito

Foi que fizeram os “dirigentezinhos” do Clube Náutico Marcílio Dias, com os torcedores do Caxias, após o jogo do último domingo em Itajaí. Como é de costume, por orientação da polícia, eles tiveram que aguardar dentro do estádio a saída, primeiro, dos torcedores do Marinheiro, até aí tudo bem, pois é uma norma de segurança. Só que assim que acabou o jogo, imediatamente apagaram os refletores deixando os torcedores no escuro, sem saber para onde ir, uma falta de responsabilidade, pois acidentes poderiam ter acontecido. E tem mais, os banheiros químicos colocados à disposição da torcida adversária não estavam funcionado.

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