• Postado por Tiago

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Portuguesa

Parece que, infelizmente, o projeto de implantar o futebol profissional em Navegantes vai ter que esperar um pouco mais. Primeiro foi com o Navegantes do Egon da Rosa, que até hoje rende dividendos negativos para a cidade. Agora é a Portuguesa que, apesar do otimismo inicial, também não deu certo. Os números foram os piores possíveis, apenas uma vitória em toda a competição. O time fraquíssimo, a falta de companheirismo e o amadorismo da diretoria comprometeram ainda mais o trabalho. Restou ao técnico Luiz Santos a ingrata tarefa de salvar o projeto, coisa que se tornou impraticável quando começaram a aparecer os problemas de estrutura. Sequer tinham campo para treinar e, quando conseguiam campo, não tinham transporte para ir aos locais de treino. Somando a tudo isto, surgiram os problemas financeiros, inclusive com a denúncia de alguns diretores de que dinheiro arrecadado de empresários e entregues ao presidente não entraram no caixa do clube. Tem ainda o fato comprovado de uma empresa que destinou R$ 20 mil para pagamento das taxas da CBF e federação Catarinense de Futebol, mas somente a da CBF foi paga e resto do dinheiro sumiu. Portanto, com tanto rolo, com tanta falta de estrutura e com as lambanças de alguns diretores, a coisa não poderia dar certo mesmo e o projeto já nasceu morto. O que se espera é que esta passagem melancólica da Portuguesa pelo futebol profissional não tenha efeito negativo no retorno ao futebol amador, de onde nunca deveria ter saído.

Será?

Fiquei sabendo ainda que o dinheiro liberado para pagar as taxas da CBF e federação Catarinense de Futebol veio de um órgão público, e que até a presente data não aconteceu a prestação de contas. É muito rolo!

Ele voltou

Depois de umas férias pela Europa, o presidente da federação Catarinense de Futebol, Delfim Pádua Peixoto Filho, retornou e reassumiu o comando do futebol catarinense na última sexta-feira. Logo de cara vai ter que resolver um baita pepino, a copa Santa Catarina, que está aguardando o desfecho do caso futebol Clube do Porto e Camboriú para poder iniciar.

Julgamento

Conversei com o grande advogado Dr. Rodrigo Capela, diretor jurídico da federação Catarinense de Futebol, e o indaguei sobre o que ele acha que poderá acontecer no julgamento do dia 8 no STJD, no caso futebol Clube do Porto e Camboriú. A resposta foi contundente. Tudo pode acontecer, não tem favorito. Portanto, só nos resta aguardar.

Sul-americana

Sobraram apenas Botafogo e Fluminense como nossos representantes na competição. Só dá pra dizer que, com certeza, não iremos muito longe.

Pergunta…

…que me foi feita durante todo o dia de ontem, por torcedores do clube Náutico Marcílio Dias: será que o atual ex-presidente executivo vai votar na eleição para escolher o novo presidente do conselho deliberativo? Acredito que não, pois foi cassado.

Otimistas

Assim estavam os futuros integrantes da diretoria marcilista, na entrevista concedida ao programa “Univali Esportes”, no último domingo. Estiveram presentes Abelardo Lunardelli, futuro presidente, o candidato à presidência do conselho deliberativo, Denísio Dolásio Baixo, Euzébio Pereira Neto, o Caloca, futuro diretor de futebol, e o futuro técnico Antonio Augusto. Deixaram bem claro que todos estão cientes das dificuldades que irão encontrar, mas acreditam que o Marcílio Dias é viável e que o empenho de todos vai ser grande. O objetivo principal é a volta do Marinheiro à primeira divisão do campeonato Catarinense. Agora é esperar pra ver o que vai acontecer. Estou acreditando!

Conversei…

com o ex-jogador Ricardo Freitas, que atuou no Marcílio Dias na década de 80, quando o treinador era o Levir Culpi, e fiquei feliz com as suas colocações. Disse que o Marinheiro daquela época, em que o presidente era o Nelson Abrão, tinha uma grande estrutura e dava gosto jogar no clube. E o mais importante é que estas declarações vêm de um atleta que atuou no time mais vencedor de todos os tempos no nosso futebol, o Joinville.

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